"Diagnóstico não é destino"

Meu diário

Controlar não cabe a nós

Fernanda Hayde Triathlon

Dia 24 de outubro de 2017, uma terça-feira foi meu primeiro contato com o Simponi. Como minha medicação é paga pelo plano de saúde, a cada 30 dias faço a aplicação no setor de oncologia do hospital. O que para mim é ótimo, porque dessa maneira passo sempre por avaliação do meu reumatologista Dr. Joao Elias.

Para estar apta para fazer a injeção, o paciente não pode ter nenhum sintoma infeccioso, por isso ele faz avaliação cardiorrespiratória e a anamnese. Me sinto mais segura assim!

Juro que na hora da aplicação foi tão simples e tão rápido, que pensei, não é possível que esse negocinho vai fazer algum efeito, pensei meu deus estou péssima e só isso será que vai resolver? Hehehe 

Meu quadro clinico naquele momento era o seguinte: entesite (processo inflamatório da entese, que é o nome dado ao local da ligação do músculo, tendão ou ligamento ao osso, ou seja, é o ponto de inserção) em todas as vértebras cervicais, torácicas e lombares, com espondilíte na vertebra L4 (lombar 4); entesite nos ombros, cotovelos, punhos, na articulação esternoclavicular, nos joelhos e tornozelos; e com sacroileíte grau III direito e grau II esquerdo, ou seja, mal caminhava, e não conseguia elevar os braços, ficar sentada e deitada também era insuportável.

Mas depois que a bela adormecida acordou (lembram?) dormi 3 dias seguidos, era só felicidade, já me sentia 60% melhor, as inflamações periféricas (ombros, cotovelos, punhos, tornozelos e joelhos), tinham melhorado muito.

A sensação era que tinham me devolvido a vida, ainda sentia muita dor, mas a fadiga absurda e aquela sensação de febre no corpo todo tinha sumido.

Por isso eu chamo a terapia imunobiológica de injeção de vida!!!

Os benefícios da natação no paciente com Espondili...
A implacável EA

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